Geriatria. Nutrologia. Ortomolecular.

Dormir bem pode fazer a diferença

Pouca disposição, olheiras e mau humor são efeitos conhecidos de passar a madrugada em claro. Mas você sabia que uma noite mal dormida pode influenciar diretamente também os nossos hábitos alimentares? Os distúrbios do sono elevam os níveis de grelina, o chamado “hormônio da fome” que estimula o apetite, por isso o sono pode levar ao aumento do apetite e, consequentemente, à maior ingestão de comida. Ao mesmo tempo, ficar se revirando na cama à noite por não conseguir dormir também contribui para a diminuição da presença da substância leptina, responsável por avisar ao cérebro que as células de gordura estão cheias e induzir a queima de calorias. O estresse e o cansaço físico por conta das poucas horas dormidas tornam o indivíduo mais suscetível a não resistir às tentações super calóricas. Por isso, o melhor caminho para alterar a sua dieta pode começar não na mesa de jantar ou diante da geladeira, mas na sua cama.

Sobre o Autor:

Yara Dantas

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